Comecei a empreender ainda criança, vendendo doces e prestando pequenos serviços para os vizinhos. Aos 15 anos, já dividia meu tempo entre estudar e trabalhar. Aprendi cedo que nada vem fácil — e que organização é o que separa o caos da solução.
Hoje, na RNS, vivo um desafio parecido todo ano de Copa do Mundo: como manter uma central de emergência funcionando 24 horas por dia, sem parar nem um minuto, enquanto o Brasil inteiro só pensa em uma coisa?
Nossa operação não tem pausa. Não existe “vamos parar para o jogo” — existe cliente esperando atendimento, veículo a recuperar, ocorrência para resolver, em qualquer hora do dia ou da noite. Mas isso não significa que o time precise escolher entre o trabalho e a torcida.
Semanas antes da Copa, já começamos a montar a escala. Definimos quem cobre o horário de cada jogo, quem garante o atendimento na central enquanto o resto assiste, e como giramos isso para que, ao longo do mês, todo mundo tenha a sua vez de ver o Brasil jogar — não só os primeiros da fila.
É um exercício de liderança que aprendi desde pequeno, vendendo suspiros: ninguém cresce sozinho, e um negócio só funciona quando todo mundo se sente parte dele. Hoje, com quase 50 colaboradores e a maior rede de agentes do país, essa lógica não mudou — só ficou maior.
No fim, a fórmula é simples: organização, respeito pela equipe e o compromisso de que a operação continua de pé, jogo sim, jogo não. Time descansado, motivado e assistindo ao Brasil — e cliente sendo atendido como sempre, sem interrupção.
Não conte com a sorte, conte com a RNS!